quarta-feira, 23 de setembro de 2015

{Resenha} É Melhor Não Saber

Olá leitores,

Tudo bem com vocês?

Hoje eu trago a resenha do livro É Melhor não saber da Chevy Stevens







Autora: Chevy Stevens
Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 319
Classificação: 5/5

Sinopse: Sara Gallagher nunca sentiu que pertencesse de verdade à sua família de criação. Embora sua mãe seja amorosa e gentil e ela se dê bem com sua irmã Lauren, a relação com o pai e a irmã caçula, Melanie, sempre foi complicada. Às vésperas de se casar, Sara decide que está pronta para investigar o passado e descobrir suas origens. Mas a verdade é muito mais aterrorizante do que ela poderia imaginar. Sara é fruto de um estupro, filha do Assassino do Acampamento, um famoso serial killer. Toda a sua paz acaba quando essa história é divulgada na internet e o pai que ela anteriormente queria conhecer resolve entrar em sua vida de forma avassaladora. Eufórico com a descoberta de que tem uma filha, John vê nela sua única chance de redenção. E, para criar um vínculo com Sara, ele está disposto a tudo, até a voltar a matar. Ao mesmo tempo, a polícia acredita que essa é sua única chance de prender o assassino e resolve usá-la como isca. Então Sara se vê numa caçada alucinante, lutando para preservar sua vida e a de sua filha. É melhor não saber é um complexo retrato de uma mulher tentando entender suas origens. Uma história cheia de reviravoltas, na qual ninguém é completamente bom ou mau.



Visão Geral


Em É Melhor Não Saber, conhecemos a história de Sara Gallagher, uma mulher de 34 anos que está finalmente colocando sua vida nos eixos, tem uma filha linda de 6 anos chamada Ally; está prestes a se casar com o ‘homem perfeito’ – sério, acho que todo mundo merece ter um Evan – que é completamente apaixonado por ela, e trata Ally como se fosse sua filha biológica; e seu pequeno negócio de restaurar moveis antigos está mais que bem sucedido. Porém um pequeno detalhe anda incomodava Sara, saber quem são seus pais biológicos, por mais que ela ame sua mãe, e se de bem com sua irmã Lauren, Sara se sente desprezada por seu pai, e não se dá nem um pouco bem com Melanie, e por isso decide que está na hora de investigar sua verdadeira historia.
Quando Sara descobre a identidade de sua mãe, Julia Laroche, professora na universidade de Victoria. Ao contrario do que Sara imaginava Julia não ficou nem um pouco contente ao receber noticia da filha que havia abandonado. Mas o que realmente a abalou foi descobrir o motivo que levou Julia a abandona-la. Seu pai era um Serial Killer, e sua mãe era a única vítima que havia sobrevivido ao ataque.


“[...] minha vida é como aquele tapete: levou anos para ser costurada. Agora tenho medo de que, se eu continuar a puxar essa única ponta, tudo se desfaça. Mas eu não sei ao certo se consigo parar.”


Sara tem sua vida transformada em um inferno quando essa informação sobre sua ‘verdadeira família’ vaza na internet, sem saber como isso pode ter acontecido, ou quem teria passado a fofoca para a imprensa. A noticia se espalha, e ela começa a receber telefonemas de homens que dizem ser “seu verdadeiro pai”, a maioria das ligações não passavam de trotes idiotas, mas uma pessoa insistiu em continuar ligando, se identificando como John e pai biológico de Sara. Assustada, a mulher procura a policia, e com a instrução deles continua a atender as ligações de John. Talvez Sara seja a única chance de finalmente prenderem o famoso Assassino do Acampamento. E contra a vontade de seu noivo, ela embarca em uma intensa investigação policial, colocando em risco sua própria vida.


“Gostaria de saber o que ele faz depois de nossas ligações. [...] Será que ele fica relembrando repetidamente nossos telefonemas, como eu faço? Ou se esquece de tudo, como eu gostaria de ser capaz de fazer?”


Depois de algum tempo conversando com John, Sara começa a perceber que é mais parecida com o pai do que gostaria, as enxaquecas, os ataques de raiva, a paixão por restaurar móveis antigos, e de acordo com o que ele diz, são parecidos fisicamente também. Mesmo se assustando toda vez que o telefone toca, Sara não consegue deixar de fazer comparações entre John e seu pai adotivo. Sua vida pessoal está um desastre, não pode contar a verdade a família, a única pessoa que sabe é Evan, mas isso não ajuda muito, já que toda conversa dos dois acaba em briga, seu relacionamento com Ally não podia estar pior, o trabalho está completamente atrasado, a data do casamento está cada vez mais próxima, e ainda Melanie não para de implicar com ela. A única parte boa de seu dia é quando conversa com Billy, um dos policias encarregados do caso.


“Estou ficando tão boa em mentir que quase acredito em minhas mentiras.”


 É Melhor Não Saber foi um daqueles livros que me tirou o sono, não consegui me desgrudar dele até saber o que aconteceria com Sara e John, o final do livro foi totalmente inesperado para mim, eu nunca havia imaginado que a historia poderia tomar aquele rumo, mas ficou realmente perfeito. Este foi o primeiro livro que li de Chevy Stevens, e agora estou realmente curiosa para ler o outro livro dela, Identidades Roubadas, todas as criticas que li foram excelentes.



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Beijos
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